O Miguel está em tratamento agora. E os recursos estão acabando.
Miguel tem 7 anos. Ele gosta de jogar bola, de contar piadas que ele mesmo inventa e de dormir abraçado com o pai. Mas há meses, a rotina dele não é de brincadeiras — é de hospitais, consultas, medicamentos e exames que se repetem sem parar.
O diagnóstico chegou de forma inesperada: linfangioma, uma malformação linfática que compromete tecidos e órgãos vizinhos. Quando identificado em estágio avançado como o dele, o tratamento exige cirurgia especializada, medicamentos específicos e acompanhamento contínuo. Interromper o protocolo coloca a vida do Miguel em risco.
💔 Os pais venderam a casa, o carro e tudo que tinham para pagar o início do tratamento. Agora dependem de doações para continuar.
Quando o diagnóstico chegou, os pais do Miguel fizeram o que qualquer pai ou mãe faria: colocaram a vida de lado e correram para salvar o filho. A casa foi vendida. O carro foi vendido. Móveis, eletrodomésticos, tudo o que tinham foi convertido em dinheiro para pagar as primeiras etapas do tratamento.
Eles se mudaram para perto do hospital em outra cidade, vivendo de favor, sem renda fixa, com as economias se esgotando mês a mês. Fizeram rifas. Organizaram bazares. Pediram ajuda a amigos, a conhecidos, a desconhecidos nas redes sociais.
Fizeram tudo o que estava ao alcance deles. Mas o linfangioma não espera. E os custos continuam chegando.
Muita gente pergunta: "Mas o SUS não cobre?"
O SUS cobre parte do atendimento — e a família é grata por isso. Mas o tratamento do Miguel inclui medicamentos importados que não constam na lista do SUS, além de sessões de fisioterapia especializada e exames de alta complexidade que precisam ser feitos com frequência para monitorar a evolução da doença.
Além disso, o hospital fica em outra cidade. Isso significa passagens, combustível, hospedagem e alimentação para a mãe que permanece ao lado do Miguel durante as internações — que podem durar semanas. Esse custo invisível é real, constante e igualmente urgente.
Hoje, a campanha já arrecadou uma parte importante — fruto da generosidade de pessoas que acreditaram nessa causa. Mas ainda faltam recursos para cobrir:
- Cirurgia especializada para remoção do linfangioma
- Medicamentos importados não fornecidos pelo SUS
- Fisioterapia e acompanhamento multidisciplinar durante a recuperação
- Exames de imagem periódicos — ressonância e tomografia
- Transporte e hospedagem durante as internações e consultas
- Alimentação e despesas básicas da família durante o período de tratamento
Cada real doado vai diretamente para manter esse tratamento ativo. A prestação de contas é pública e atualizada — você pode acompanhar tudo nesta mesma página.
O Miguel não entende muito bem o que está acontecendo. Ele sabe que precisa tomar remédios que fazem ele se sentir mal às vezes. Ele sabe que fica muito tempo longe de casa e dos amigos da escola. Ele sabe que a mãe às vezes chora escondido.
Mas ele também sabe que tem gente torcendo por ele. Que existem pessoas que ele nunca viu na vida que estão enviando amor e ajuda de todo o Brasil. Isso faz diferença. Pra ele, e pra família inteira.
✅ O tratamento está respondendo bem. Os médicos relatam evolução positiva com o protocolo atual. O que não pode acontecer é uma interrupção por falta de recursos.
Se esta página chegou até você, não foi por acaso. Talvez alguém em quem você confia tenha compartilhado. Talvez você tenha buscado uma forma de fazer algo que valha a pena.
Você pode ser parte dessa história. Uma doação de qualquer valor — R$ 10, R$ 30, R$ 50 — somada à de centenas de outras pessoas, é o que mantém o Miguel em tratamento hoje.
E se hoje não for possível doar, compartilhe. Poste nos seus grupos, mande no WhatsApp para quem você sabe que tem coração generoso. A mensagem certa, chegando à pessoa certa, pode ser o que falta.
🙏 Se você pode doar, doe agora. Se não puder, compartilhe. Uma mensagem sua pode ser o que vai mudar essa história.
Sua doação vai diretamente para o custeio do tratamento do Miguel,
acompanhada de prestação de contas transparente e atualizada mensalmente.